domingo, 16 de octubre de 2011

As cidades precisam saber o que querem ser

O especialista em mobilidade, Antonio Lucio Gil, participará do Encontro Ibero-Americano sobre Desenvolvimento Sustentável (EIMA 8), na próxima semana em São Paulo. Em entrevista realizada pela equipe da EIMA 8, Antonio Lucio diz que as cidades precisam saber o que querem ser, e, em boa medida, saber o que são. Licenciado em Direito, o consultor foi diretor-geral de Promoções e Disciplina Ambiental da Comunidade de Madrid. Liderou a área de Meio Ambiente da Candidatura Olímpica de Madrid 2012, do final de 2003 até julho de 2005. É diretor da revista Ecosostenible e membro da Comissão de Meio Ambiente do Comitê Olímpico Espanhol. Antonio Lucio coordena, juntamente com a Rede Nossa São Paulo, o eixo de Cidades do EIMA 8.

Confira a entrevista.

Quais devem ser as prioridades para acelerar o progresso por um desenvolvimento sustentável nos próximos dez anos?

Antonio Lucio: As tecnologias existem, os objetivos, os discursos oficiais e as boas intenções em geral também. Existe oferta de fornecedores e a demanda por bens e serviços. O que falta é combinar todos esses fatores entre todos os envolvidos. Isto significa convicção, compromisso, concordância. Definitivamente, significa governança. Esta governança requer uma maneira especial para exercer a liderança e para implementar os poderes públicos (regras, gerentes, contratação, promoção, etc.). Poderíamos dizer que devem ser novas formas de governança, mas, paradoxalmente, o que pode ser novo em relação à experiência recente também pode ser visto como um retorno à ortodoxia do bom governo. O que eu defendo é transcender os entornos minoritários, elitistas, especializados.

Que setores econômicos considera que são mais importantes para construir uma economia verde que colabore com o desenvolvimento sustentável?

Antonio Lucio: Do ponto de vista subjetivo, o setor público – como o grande criador de demanda e comprador de bens e serviços – tem uma prioridade fundamental na promoção do desenvolvimento sustentável. Eu destacaria dois setores, de naturalidade intrinsecamente urbana: o setor da construção em termos de reabilitação eficiente de edifícios e bairros me parece o mais importante, junto com o da mobilidade urbana. Em relação ao primeiro, cabe destacar um novo paradoxo. Sendo o setor da construção o causador de muitos desequilíbrios, tem agora a possibilidade de ser líder no sentido contrário. Este paradoxo, como diz o ditado popular, aparentemente simples, “é com uma mancha que se remove outra”. Seria, portanto, um fenômeno curioso da redenção.

Qual é o maior desafio que as cidades enfrentam hoje em dia?

Antonio Lucio: Saber o que querem ser, e, em boa medida, saber o que são. Pode parecer existencialista esta perspectiva, mas é disto que se trata. Nós pensamos que o desafio reside tanto em sacralizar os indicadores quantitativos (sejam umbrais de contaminação local ou de distribuição modal no transporte, por exemplo), como em gerar qualitativamente uma visão e uma ambição – compartilhadas e em consenso – sobre que qualidade de vida queremos desfrutar no nosso habitat, urbano, é claro. As cidades têm o privilégio de transbordar talento e recursos para fazer quase tudo o que pretendem respeitando a elas mesmas.

Concretamente, em relação à mobilidade, por meio de que políticas e ações se estabeleceriam estratégias de mobilidade para as grandes e médias cidades nas próximas décadas?

Antonio Lucio: Em algum documento do fórum do Conama, anotei a ideia de que não existem “balas de prata” para a mobilidade urbana, que não se pode passar recibo para essas infraestruturas que se apresentam como “a solução”, em nome de uma suposta “eficácia”, que são articuladas e inauguradas no lapso de um mandato. Frente a esta apelação e instrumentalização interessada da “eficácia”, se oferece a opção do “processo”, no qual concorrem as inteligências e os interesses plurais, inclusive divergentes, para ir avançando nas soluções menos imperfeitas possíveis e o mais coerentes possíveis.
Definitivamente, para a mobilidade urbana, como para outras políticas, desconfio dos pretenciosos exercícios de “racionalidade substantiva”, ou seja, alguém decide de uma vez o que é bom para todos. Confio mais nos exercícios de uma procura coletiva e progressiva destas soluções que antes mencionei. O marco inteligente e adequado para cada caso, que faz possível esta procura é, no meu entendimento, a principal estratégia (sendo instrumental) para a mobilidade urbana. Esta “racionalidade de natureza de procedimentos” é a que, particularmente, se faz mais necessária. Não obstante, tenho dúvidas se algo assim seja bem recebido em geral por quem tem o poder. A cultura de governo no nosso país é a de prevalecer a posição de vantagem institucional, e não fazer concessões de diálogo aos grupos críticos. Estranho as vezes em que se atua de outra maneira por convicção.

Qual é a importância de iniciativas como o encontro EIMA e qual o papel que deve exercer um evento como este num mundo globalizado, mas com tantas barreiras?

Antonio Lucio:  O EIMA é importante, na minha perspectiva, na medida em que atua como estímulo exógeno que cria e fortalece capacidades endógenas para a mudança. As mudanças não se produzirão de forma milagrosa, nem munidas de “chaves nas mãos” por especialistas estrangeiros. As mudanças virão de processos vividos conscientemente pelas próprias cidades, a partir das suas próprias capacidades, da sua quantidade de conhecimento. Às vezes, estas são ativadas com estímulos externos, em contato com redes que operam a modo alcaloide. Definitivamente, se trata de gerar tendências de rendimentos crescentes a partir do caudal de conhecimentos difusos já existentes. Os clusters são espaços imprescindíveis para estas dinâmicas e estes clusters precisam ser ativados em intercâmbios de caudais de conhecimento.


 (Agência Envolverde)

Economía verde, Energía, Agua y Ciudades

Para la puesta en marcha de esta nueva edición del EIMA, hemos trabajado de forma conjunta distintas organizaciones tanto de España y Brasil, como de ámbito internacional para poner llegar a desarrollar un programa que integre los temas prioritarios para todos y que este a su vez este dirigido en una línea acorde a los temas a tratar en la Cumbre de la Tierra de Rio +20. Para la organización del EIMA 8 se ha constituido una alianza entre la Fundación Conama y la Fundación Getulio Vargas como motor ejecutivo del proyecto, para lo cual se ha creado un comité ejecutivo en el cual también participan como coorganizadores del evento la Fundación Ecodes (España), el Movimiento Nossa Sao Paulo (Brasil), el Instituto Ethos (Brasi) la FUNDACIÓN MAPFRE (España).
De todos los sectores, los expertos coinciden en que “la estrella de la generación de empleos ‘verdes’ sin duda van a ser las energías renovables”’. Las previsiones de Naciones Unidas, ya apuntan a que en 2030 las energías limpias generarán más de 20 millones de puestos de trabajo, de los cuales 12 pertenecerán al campo de los biocombustibles, 6 a la solar y 2 a la eólica.

La mitad de la humanidad vive actualmente en las ciudades. En 2030, serán 60% los que vivirán en regiones urbanas y, en 2050, ese total llegará al 70%.En América Latina, la población urbana llegará la 75% y, en Brasil, el número será todavía mayor será el 85%.¿Cuales son los desafíos que se presentan en la construcción de ciudades más sostenibles?

El sector industrial es el responsable de cerca del 22% del uso mundial del agua, siendo el porcentaje en los países desarrollados cercano a un 59% mientras que en los no desarrollados no llega al 8%. Los desafíos tecnológicos, la interacción entre saneamiento y agricultura irrigada o la gestión del agua en las ciudades y su uso sostenible son algunas de las cuestiones prioritarias.

El cambio hacia un modelo energético sostenible no es sólo deseable, sino también posible. El reto es centrarse en la satisfacción racional de las necesidades de todas las personas y planificar un abastecimiento energético compatible con el funcionamiento de los sistemas naturales.Este desafío debe combinar esfuerzos imponiendo medidas tanto desde la oferta como desde la demanda energética.

martes, 23 de agosto de 2011

"Lo que hace falta es concertar, consensuar, comprometer, en definitiva Gobernanza"

Entrevista a Antonio Lucio.

Experto en movilidad y consultor independiente. Licenciado en Derecho fue Director General de Promoción y Disciplina Ambiental de la Comunidad de Madrid entre el 2001 y el 2003. Lideró el Área de Medio Ambiente de la Candidatura Olímpica de Madrid 2012 desde diciembre de 2003 hasta julio de 2005. Desempeñó el cargo de Director General de la Fundación Movilidad, impulsada desde el Ayuntamiento de Madrid hasta junio de 2011; Es Director de la revista Ecosostenible, (desde septiembre de 2006) y Miembro de la Comisión de Medio Ambiente del Comité Olímpico Español. Antonio coordina junto con la Red Nossa São Paulo el eje de ciudades del EIMA 8.

 
 ¿Cuáles deben ser las prioridades para acelerar el progreso hacia el desarrollo sostenible en los próximos 10 años?¿Cual es la mayor prioridad?
 
Las tecnologías existen, los objetivos también, los discursos oficiales también,  los buenos propósitos en general, incluso la oferta de proveedores y la demanda de servicios y bienes; lo que hace falta entonces es CONCERTAR todos esos factores, ENTRE TODOS. Esto implica CONVENCER, CONSENSUAR, COMPROMETER, en definitiva GOBERNANZA. Esta gobernanza requiere una manera especial de ejercer el liderazgo y de aplicar las potestades públicas (normativas, gestoras, de contratación, de fomento, etc.). Podríamos decir que han de ser maneras novedosas de gobernanza; pero paradójicamente lo que puede ser novedoso en relación a la reciente experiencia práctica también puede ser visto como una vuelta  a la ortodoxia de la buena gestión pública, la que siempre debió ser. Y desde luego lo que late en lo que propugno es trascender de los entornos minoritarios, elitistas, especializados.

¿Qué sectores económicos consideras más importantes para construir una economía verde que ayude al desarrollo sostenible del planeta?

Desde el punto de visto subjetivo, el sector público como gran demandante y comprador de bienes y servicios tiene un papel clave y prioritario en el impulso del desarrollo sostenible y de su dimensión de mercado, decisiva.
Desde la perspectiva temática destacaría dos sectores, de naturaleza intrínsecamente urbana: el sector de la construcción en términos de rehabilitación eficiente de edificios y barrios me parece el más importante, junto con el de la movilidad urbana.
Respecto al primero cabe constatar una nueva paradoja; siendo el sector de la construcción causante de tantos desequilibrios críticos y agresiones irracionales ahora puede ser líder en todo lo contrario. De esta paradoja sabe bien ese “decir” popular, aparentemente simple, de “que la mancha de mora con otra verde se quita”. Se daría con ello un curioso fenómeno de redención. 

¿Cuál crees que es el mayor desafío hoy en día al que se enfrentan las ciudades?

Saber qué es lo que quieren ser, y, en buena medida, saber qué es lo que son. Puede sonar “existencialista” esta perspectiva, pues bien de eso se trata. No nos parece que el desafío resida tanto en sacralizar los indicadores cuantitativos (sean umbrales de contaminación local, o sean porcentajes de distribución modal en el  transporte, por ejemplo)  como en generar cualitativamente  una visión y una ambición –compartida y consensuada- acerca de qué calidades de vida queremos disfrutar en nuestro hábitat, … urbano, por supuesto .  Las ciudades atesoran privilegiadamente  talento y recursos para hacer casi todo lo que se propongan respecto a sí mismas. Lo hemos visto demostrado en clave bonapartista y megalómana. Pero cabe una expresión coral y  virtuosa de esas mismas capacidades.

Concretamente en lo relativo a la movilidad ¿A través de qué políticas a acciones establecerías estrategias de movilidad para las ciudades medias y grandes urbes en las próximas décadas?

Con anterioridad, en algún documento y foro del CONAMA, ya he apuntado la idea de que no existen “balas de plata” para la movilidad urbana, y que no son de recibo esas infraestructuras que se presentan como  “la solución” , en nombre de una supuesta  “eficacia”, y que  se articulan e inauguran en el lapso de un mandato. Frente a esa apelación e instrumentalización interesada de  la “eficacia” se ofrece la opción del “proceso”, proceso en el que concurren las inteligencias y los intereses plurales, incluso  divergentes, para ir avanzando en soluciones lo menos imperfectas posibles y lo más coherentes posibles. En definitiva para la movilidad urbana, como para otras políticas,  desconfío de pretenciosos ejercicios de  “racionalidad sustantiva” (alguien decide de una vez qué es lo bueno para todos) y confío más en los ejercicios de búsqueda colectiva y progresiva de esas soluciones que antes mencionaba. El marco inteligente y adecuado a cada caso para hacer posible esa búsqueda es, a mi entender, la principal estrategia (si bien instrumental) para la movilidad urbana.  Esa “racionalidad de naturaleza procedimental” es la que, a mi juicio, se hace necesaria. No obstante lo dicho, tengo dudas de que algo así sea bien recibo en general  por quien tiene el poder. La cultura de gobierno en nuestro país es la de prevalecerse de la posición de ventaja institucional, y no hacer concesiones de diálogo a los grupos críticos. Es  “rara avis” quien actúa por convicción de otra manera.

¿Cuál es la importancia de iniciativas como el encuentro eima y que papel debe ejercer un evento como este en un mundo globalizado pero con tantas barreras?

El EIMA es importante sobre todo, desde mi perspectiva, en la medida en actúe como estímulo exógeno que contribuya a crear y fortalecer capacidades endógenas para el cambio. Los cambios no se van a producir de forma milagrosa, ni proveídos “llave en mano” por expertos extranjeros. Los cambios vendrán de procesos vividos conscientemente por las propias ciudades, a partir de sus propias capacidades, de su caudal de conocimiento. A veces estos se activan con estímulos externos, en contacto con redes que operan a modo  alcaloide.
En definitiva se trata de generar tendencias de rendimientos crecientes partir del caudal de conocimientos difusos ya existentes. Los clusters son nichos imprescindibles para estas dinámicas, y estos clusters necesitan activarse en entornos de intercambios de caudales de conocimiento.

Disponible el programa de actividades



Clique en la imagem para descargar el programa completo en castellano y en portugués.


Para el desarrollo del programa se diseño diferentes tipos de actos que aseguran el debate sobre las cuestiones más avanzadas, la presentación de proyectos y la promoción de encuentros entre los participantes:
 
Plenarias, de carácter más político-institucional con la presencia de los máximos representantes de las instituciones promotoras del encuentro y los gobiernos brasileño y español. Conferencias magistrales, con representantes de los discursos, planteamientos o experiencias más avanzadas. 

Sesiones de trabajo divididas por eje temático, de presentación en formato de mesas redondas y talleres. Con distintas dinámicas de trabajo, se trata de dar espacio al debate entre representantes de distintos ámbitos y a la presentación de proyectos demostrativos de las realidades de los países participantes.
 
Reuniones bilaterales, espacio habilitado para fomentar el “networking” y el encuentro empresarial, son reuniones de trabajo en pequeños grupos entre los representantes de las distintas instituciones participantes en el Encuentro, las cuales pueden ser de 2 tipos; programadas con un tema específico señalado con anticipación y abiertas que se realizan de forma directa durante la celebración del evento. Incluyen las agendas de reuniones bilaterales.
 
Actividades especiales. Adicionalmente, se podrá plantear un programa paralelo con nuevos espacios de diálogo y encuentro durante el evento, visitas programadas o presentaciones de patrocinadores.

Para cualquier información puedes entrar en contacto escribiendo un correo electrónico a eima.comunicacion@gmail.com.

viernes, 22 de julio de 2011

Arranca de forma oficial el EIMA 8

El pasado 31 de mayo, se presentó de forma oficial en Madrid, la octava edición del encuentro iberoamericano sobre desarrollo sostenible.

El pasado 31 de mayo en el auditorio de FUNDACIÓN MAPFRE y dentro de la jornada "Economía y energía. Diálogos sobre temas importantes. Mirando hacia la Cumbre de la Tierra" ha tenido lugar la presentación de la octava edición del Encuentro Iberoamericano sobre Desarrollo Sostenible.

Os invitamos a que podáis, a través de estos vídeos, escuchar lo tratado en esta jornada en la que se debatieron aspectos relacionados con los nuevos enfoques en materia de economía verde y la energía del futuro, mediante el dialogo entre expertos brasileños y españoles.

http://vimeo.com/24554296

http://vimeo.com/24555631

Algunos de los ponentes que participaran en el EIMA 8:


Teresa Ribera. Secretaria de Estado de Cambio Climático del Ministerio de Medio Ambiente y Medio Rural y Marino
Administradora Civil del Estado. Ha sido Directora de la Oficina Española de Cambio Climático, Coordinadora de la OECC y ha desempeñado la Jefatura de área de Cumplimiento y Desarrollo en la OECC desde la creación de la Oficina en enero del 2001, puesto que desempeñó compatibilizándolo con el de Profesora asociada del Departamento de Derecho Público y Filosofía del Derecho de la Facultad de Derecho de la Universidad Autónoma de Madrid. Ha sido Consejera Técnica en el Gabinete del Subsecretario de Medio Ambiente, Jefa de Servicio de Coordinación Normativa en la Subdirección General de Estudios Jurídicos y Desarrollo Normativo de la Secretaría General Técnica del Ministerio de Fomento.

Cícero Jayme Bley Junior. Superintendente de la Oficina de Coordinación de Energías Renovables de la ITAIPU Binacional.
Post graduado en ingeniería agronómica en la Universidad Federal del Paraná (1971) y maestro en ingeniería civil es, actualmente, superintendente de la Oficina de Coordinación de Energías Renovables de la Itaipu Binacional. Además realiza las funciones de Coordinador, del Centro Internacional de Hidro informática, localizado en la Fundación Parque Tecnológico Itaipu y también de la Oficina de la Organización de las Naciones Unidas para el Desarrollo Industrial/Onudi, que es fruto de una cooperación entre la ONUDI, ITAIPU y ELETROBRÁS.

Sergio de Otto. Patrono de la Fundación Renovables
Periodista. A lo largo de su carrera profesional ha desempeñado la Dirección de Comunicación del Congreso Nacional de Medio Ambiente (2006) y de la Asociación de Productores de Energías Renovables (APPA) desde 1999 hasta 2004. En los últimos años además de ser director de SdeO comunicación, empresa especializada en el sector de las energías renovables ha realizado varios informes del sector para diversas empresas así como los planes de comunicación para el Plan de Energías Renovables 2005-2010 y el Plan de Acción 2005-2007 de las Estrategia de Ahorro y Eficiencia Energética, por encargo del IDAE. Colabora intensamente con diversas publicaciones con columnas, artículos e informes sobre el sector de las energías renovables y el medio ambiente

Ademar Bueno. Coordinador del Laboratorio de Innovación, emprendedurismo y sostenibilidad (LabIES) de la Fundación Getulio Vargas (FGV).
Administrador de Empresas por la Escuela de Administración de Empresas de la Fundación Getúlio Vargas (FGV-EAESP). Fue Coordinador de Proyectos y Responsabilidad Social de la Fundación D'Paschoal y socio de la Neurônio Consultoria, realizando proyectos de movilización interna y público universitario.Es Socio- Director de Lara Consultoria y Director del Instituto Sinapse, donde desde hace ocho años desarrolla proyectos de Innovación, Desarrollo Humano y Responsabilidad Social para empresas, gobiernos, instituciones del 3er sector y universidades. Es profesor de Sostenibilidad en la Escuela de Economía de la FGV de São Paulo y coordinador del Centro de Cooperación GV, en el que desarrolla actividades socioambientales y de innovación para alumnos de las 3 escuelas de la FGV, por medio de actividades diversas y proyectos, como el Premio Getulio Vargas de Innovación en Sostenibilidad, entre otros.

Víctor Viñuales Edo. Director de la Fundación Ecología y Desarrollo (ECODES)
Sociólogo, cofundador y Director de Ecología y Desarrollo, Presidente de Nexos, empresa que promueve la compra a responsable en ONG, gobiernos y empresas; miembro de la Junta de la  Asociación Española de Fundaciones, miembro del Consejo de Greenpeace, miembro del Consejo Social de INDITEX. Miembro del Foro de Expertos en Responsabilidad Social del Ministerio de Empleo y Asuntos Sociales en la legislatura pasada (2004-2008), evaluador de proyectos de Cooperación al Desarrollo para el Ministerio de Asuntos Exteriores, miembro del Consejo Asesor de Puentes Internacionales de la Fundación Avina, experto de la Agencia Española de Cooperación Internacional (Nicaragua) en el año 1999, jefe del Servicio de Juventud del Ayuntamiento de Zaragoza (1987-1992), cofundador del Colectivo Por la Paz y el Desarme, cofundador de la revista En Pie de Paz. Autor, junto con Antonio Estevan de La eficiencia del agua en las ciudades (2001) y Caja de herramientas para los constructores del cambio (2008)

lunes, 4 de julio de 2011

Haz tu inscripción al eima 8


Valores en Brasil

 

 

 

 

Valores para otros países*

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Están incluídos en los valores la acreditación, el material del participante, como el programa, bloc de notas y la asistencia en las actividades seleccionadas en la inscripción.

No están incluidos en los valores el hospedaje, traslados, alimentación y aparcamiento.
 

Destinatarios


El evento está dirigido a un público especializado: expertos en asuntos relacionados con Desarrollo Sostenible y demás temas tratados en el encuentro, representantes institucionales, organismos locales, responsables de empresas, líderes de organizaciones de la sociedad civil, personal docente, investigadores y periodistas. Además, habrá un número limitado de plazas destinadas a estudiantes que estén interesados academicamente o profesionalemte en desarrollo local sostenible.

La delegación española se pretende esté conformada por aproximadamente un grupo de 50 personas entre representantes de empresas, gobiernos y especialistas de los distintos temas, con una alta representación institucional.

Entre los países invitados al EIMA8 estarán: Argentina, Bolivia, Chile, Colombia, Costa Rica, Guatemala, México, El Salvador, Ecuador, Honduras, Perú, Panamá, Paraguay, Uruguay y Venezuela.
 

Información General


En breve estará habilitada la plataforma de inscripción para la octava edición del Encuentro Iberoamericano sobre Desarrollo Sostenible que tendrá lugar en Sao Paulo (Brasil) entre los días 17 al 20 de octubre de 2011.

Aquí tienes las distintas modalidades de inscripción:
 
A) Inscripción completa gratuita: para patrocinadores y organizadores, si estás interesado en formar parte de nuestra red de patrocinadores o colaboradores contáctenos enviando un correo electrónico a eima.stecnica@gmail.com.

Este tipo de inscripción da derecho: (1) a la asistencia a cualquiera de las actividades programadas durante todos los días del evento (previa reserva de plaza en dicha actividad), (2) a recibir la documentación final generada durante el eima8, (3) a acceder a la plataforma de trabajo para concertar reuniones bilaterales antes y durante los días del evento y (4) además poder solicitar certificado de asistencia al encuentro.

B) Inscripción de día gratuita: para patrocinadores y organizadores, si estás interesado en formar parte de nuestra red de patrocinadores o colaboradores contáctenos enviando un correo electrónico a eima.stecnica@gmail.com.

Este tipo de inscripción da derecho: a la asistencia a cualquiera de las actividades programadas durante el día o los días seleccionados, (previa reserva de plaza en las actividades programadas para el día o los días seleccionados).

C) La inscripción completa de pago: para público en general.

Este tipo de inscripción da derecho: (1) a la asistencia a cualquiera de las actividades programadas durante todos los días del evento (previa reserva de plaza en dicha actividad), (2) a recibir la documentación final generada durante el eima8, (3) a acceder a la plataforma de trabajo para concertar reuniones bilaterales sólo durante los días del evento y (4) además poder solicitar certificado de asistencia al encuentro.

D) La inscripción por día o días de pago: para público en general.

Este tipo de inscripción da derecho: (1) a la asistencia a cualquiera de las actividades del día o los días seleccionados (previa reserva de plaza en dicha actividad, solo se podrá seleccionar dos días) y (2) a solicitar certificado de asistencia para el día o los días seleccionados.
 

Descuentos y precios especiales


- Entidades Asociadas 30%: Las inscripciones para los trabajadores o personas relacionadas con las entidades asociadas y colaboradoras del encuentro obtendrán un 30% de descuento sobre los precios generales, previa acreditación de relación con las entidades asociadas.

- Universidades 50%: Las incripciones para estudiantes, universitarios, investigadores e profesores de las universidades e demás instituiciones académicas también obtendrán el 50% de descuento sobre los precios generales, previa acreditación de la condición de estudiante, investigador o relación con la instutuición académica.


- * Participantes Internacionales 50%: Teniendo en cuenta los gastos generados por el viaje y los traslados de los participantes intenacionales, las inscripciones para residentes de fuera de Brasil (paises sudamericanos, centroamericanos, norteamericanos, europeos e demás continentes) obtendrán el 50% de descuento sobre los precios generales,  previa acreditación de residencia.

Los descuentos no son acumulativos.
 

Formas de Pago
 

Además de la forma de pago por PagSeguro o boleto bancário (habilitada solamente solamente para la inscripción de brasileños mediante el ingreso en el sistema de inscripción del número del CPF), la inscripción solo será efectiva mediante el envío del comprobante de ingreso en cuenta, también existe la posibilidad de realizar el pago in situ en efectivo o cheque, para aquellas personas que al realizar el pago por transferencia tengan un porcentaje alto de comisión, para ello deberán realizar prereserva de inscripción en el correo electrónico citado más abajo, no habrá la posibilidad de pago por tarjeta de crédito en el local.

En breve les facilitaremos la información con los números de cuenta para los ingresos y transferencias.
 

Reservas
 

Si estás interesado en realizar tu preinscripción o en realizar un patrocinio o convenio de colaboración con nosotros, ponte en contacto con Irene Martínez en el siguiente correo electrónico: eima.stecnica@gmail.com.

Para ver detalles sobre el programa provisional accede aquí.
 


Política de cancelación



El inscrito que no pueda comparecer al EIMA 8 y que haya realizado el pago de la inscripción, deberá enviar un correo electrónico a la Comisión Organizadora del evento a eima8@neuronio.com.br, hasta el día 15 de septiembre de 2011*, explicando/ comprobando el(los) motivo(s) de su cancelación.

No esta permitida la transferencia de la inscripción a otra persona.

La devolución del valor deberá ser solicitada por el inscrito, exclusivamente por correo electrónico, dentro del plazo indicado, no habiendo la posibilidad de ser solicitada por terceros o representantes.

En el caso de la inscripción para dos días o inscripción completa, no será posible la cancelación parcial de la inscripción. La devolución del valor de la inscripción está condicionada a la cancelación completa de la asistencia al evento.

La devolución será efectiva con los debidos descuentos, de acuerdo con las tasas de pago**.

*No serán realizadas las devoluciones pasado el periodo determinado.
**El descuento será de 25% del valor del pago en el momento de la inscripción.


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