martes, 18 de octubre de 2011

EIMA 8: Abertura do evento contou com especilaistas brasileiros e espanhóis


Profissionais participaram hoje da palestra de abertura do Encontro Ibero-Americano sobre Desenvolvimento Sustentável, realizado pela primeira vez em São Paulo

De hoje (17/10) até quinta-feira (20/10), diversos atores sociais – representantes de empresas, de governos, estudantes, professores – participam do Encontro Ibero-Americano sobre Desenvolvimento Sustentável (EIMA 8), em São Paulo. 

Grandes temas da sustentabilidade como gestão de recursos hídricos, planejamento de cidades sustentáveis, economia verde e inclusiva, e o desafio energético serão tratados por especialistas brasileiros e por uma delegação espanhola que está no Brasil.

Segundo Gonzalo Echagüe, presidente da Fundación Conama, organizadora do evento, “somos protagonistas de uma mudança histórica. Precisamos dar respostas às demandas cotidianas, superar a pobreza, dar conta dos Objetivos do Milênio”. Os desafios são muitos e, para Echagüe, a governança é fundamental: “cooperação em âmbito internacional é algo urgente”.

Para Yoshaki Nakano, diretor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas, desenhar estratégia de longo prazo pode ser uma saída. “Vamos valorizar os recursos que dispomos e tratar com cuidado, pois as questões são delicadas e envolvem planejamento de décadas”.

Javier Maroto é prefeito de Vitoria-Gasteiz, cidade nomeada como Capital Verde Europeia 2012, e apresentou, na abertura do EIMA 8, algumas das iniciativas sustentáveis desenvolvidas na cidade. Essa nomeação Capital Verde ocorreu na primeira Conferência da Capital Verde Europeia em Estocolmo, cidade vencedora em 2010. Para conseguir este posto, a cidade de Vitoria-Gasteiz iniciou um conjunto de ações concretas em prol da sustentabilidade, tais como reduzir o consumo de água doméstico per capita/dia, aumentar as áreas verdes na cidade, melhorar o abastecimento e a qualidade da água, eliminar as sacolas plásticas e substituí-las por material reutilizável e reciclável ou biodegradável, reduzir o consumo de energia, melhorar o sistema de transporte da cidade, reduzir as emissões de CO2 e de gases de efeito estufa.

O EIMA 8 pretende ser um fórum regional para gerar discussões entre profissionais e todos os envolvidos com o desenvolvimento sustentável, promover o intercâmbio de informações, experiências e conhecimentos, visando ao avanço de um novo modelo de desenvolvimento sustentável. Wilson Toneto, presidente do Conselho da Fundação Mapfre, comentou que espera que os participantes do EIMA 8 voltem para suas comunidades com contribuições efetivas.

Mais informações sobre o evento: http://www.eima8.org.

lunes, 17 de octubre de 2011

Empieza el EIMA 8 en São Paulo.

São Paulo, 16:07 Horario local

Empieza el EIMA 8 en el Auditorio de la Fundación Getulio Vargas, desde hoy hasta el jueves 20 estaremos hablando y reflexionando sobre Desarrollo Sostenible, con los ejes temáticos de Economía Verde, Agua, Energía y Ciudades.

Ahora mismo da lugar la ceremonia de inauguración del encuentro, y luego tendremos lugar a la Plenaria de Economía Verde.

Cooperación para un futuro Sostenible.

domingo, 16 de octubre de 2011

As cidades precisam saber o que querem ser

O especialista em mobilidade, Antonio Lucio Gil, participará do Encontro Ibero-Americano sobre Desenvolvimento Sustentável (EIMA 8), na próxima semana em São Paulo. Em entrevista realizada pela equipe da EIMA 8, Antonio Lucio diz que as cidades precisam saber o que querem ser, e, em boa medida, saber o que são. Licenciado em Direito, o consultor foi diretor-geral de Promoções e Disciplina Ambiental da Comunidade de Madrid. Liderou a área de Meio Ambiente da Candidatura Olímpica de Madrid 2012, do final de 2003 até julho de 2005. É diretor da revista Ecosostenible e membro da Comissão de Meio Ambiente do Comitê Olímpico Espanhol. Antonio Lucio coordena, juntamente com a Rede Nossa São Paulo, o eixo de Cidades do EIMA 8.

Confira a entrevista.

Quais devem ser as prioridades para acelerar o progresso por um desenvolvimento sustentável nos próximos dez anos?

Antonio Lucio: As tecnologias existem, os objetivos, os discursos oficiais e as boas intenções em geral também. Existe oferta de fornecedores e a demanda por bens e serviços. O que falta é combinar todos esses fatores entre todos os envolvidos. Isto significa convicção, compromisso, concordância. Definitivamente, significa governança. Esta governança requer uma maneira especial para exercer a liderança e para implementar os poderes públicos (regras, gerentes, contratação, promoção, etc.). Poderíamos dizer que devem ser novas formas de governança, mas, paradoxalmente, o que pode ser novo em relação à experiência recente também pode ser visto como um retorno à ortodoxia do bom governo. O que eu defendo é transcender os entornos minoritários, elitistas, especializados.

Que setores econômicos considera que são mais importantes para construir uma economia verde que colabore com o desenvolvimento sustentável?

Antonio Lucio: Do ponto de vista subjetivo, o setor público – como o grande criador de demanda e comprador de bens e serviços – tem uma prioridade fundamental na promoção do desenvolvimento sustentável. Eu destacaria dois setores, de naturalidade intrinsecamente urbana: o setor da construção em termos de reabilitação eficiente de edifícios e bairros me parece o mais importante, junto com o da mobilidade urbana. Em relação ao primeiro, cabe destacar um novo paradoxo. Sendo o setor da construção o causador de muitos desequilíbrios, tem agora a possibilidade de ser líder no sentido contrário. Este paradoxo, como diz o ditado popular, aparentemente simples, “é com uma mancha que se remove outra”. Seria, portanto, um fenômeno curioso da redenção.

Qual é o maior desafio que as cidades enfrentam hoje em dia?

Antonio Lucio: Saber o que querem ser, e, em boa medida, saber o que são. Pode parecer existencialista esta perspectiva, mas é disto que se trata. Nós pensamos que o desafio reside tanto em sacralizar os indicadores quantitativos (sejam umbrais de contaminação local ou de distribuição modal no transporte, por exemplo), como em gerar qualitativamente uma visão e uma ambição – compartilhadas e em consenso – sobre que qualidade de vida queremos desfrutar no nosso habitat, urbano, é claro. As cidades têm o privilégio de transbordar talento e recursos para fazer quase tudo o que pretendem respeitando a elas mesmas.

Concretamente, em relação à mobilidade, por meio de que políticas e ações se estabeleceriam estratégias de mobilidade para as grandes e médias cidades nas próximas décadas?

Antonio Lucio: Em algum documento do fórum do Conama, anotei a ideia de que não existem “balas de prata” para a mobilidade urbana, que não se pode passar recibo para essas infraestruturas que se apresentam como “a solução”, em nome de uma suposta “eficácia”, que são articuladas e inauguradas no lapso de um mandato. Frente a esta apelação e instrumentalização interessada da “eficácia”, se oferece a opção do “processo”, no qual concorrem as inteligências e os interesses plurais, inclusive divergentes, para ir avançando nas soluções menos imperfeitas possíveis e o mais coerentes possíveis.
Definitivamente, para a mobilidade urbana, como para outras políticas, desconfio dos pretenciosos exercícios de “racionalidade substantiva”, ou seja, alguém decide de uma vez o que é bom para todos. Confio mais nos exercícios de uma procura coletiva e progressiva destas soluções que antes mencionei. O marco inteligente e adequado para cada caso, que faz possível esta procura é, no meu entendimento, a principal estratégia (sendo instrumental) para a mobilidade urbana. Esta “racionalidade de natureza de procedimentos” é a que, particularmente, se faz mais necessária. Não obstante, tenho dúvidas se algo assim seja bem recebido em geral por quem tem o poder. A cultura de governo no nosso país é a de prevalecer a posição de vantagem institucional, e não fazer concessões de diálogo aos grupos críticos. Estranho as vezes em que se atua de outra maneira por convicção.

Qual é a importância de iniciativas como o encontro EIMA e qual o papel que deve exercer um evento como este num mundo globalizado, mas com tantas barreiras?

Antonio Lucio:  O EIMA é importante, na minha perspectiva, na medida em que atua como estímulo exógeno que cria e fortalece capacidades endógenas para a mudança. As mudanças não se produzirão de forma milagrosa, nem munidas de “chaves nas mãos” por especialistas estrangeiros. As mudanças virão de processos vividos conscientemente pelas próprias cidades, a partir das suas próprias capacidades, da sua quantidade de conhecimento. Às vezes, estas são ativadas com estímulos externos, em contato com redes que operam a modo alcaloide. Definitivamente, se trata de gerar tendências de rendimentos crescentes a partir do caudal de conhecimentos difusos já existentes. Os clusters são espaços imprescindíveis para estas dinâmicas e estes clusters precisam ser ativados em intercâmbios de caudais de conhecimento.


 (Agência Envolverde)

Economía verde, Energía, Agua y Ciudades

Para la puesta en marcha de esta nueva edición del EIMA, hemos trabajado de forma conjunta distintas organizaciones tanto de España y Brasil, como de ámbito internacional para poner llegar a desarrollar un programa que integre los temas prioritarios para todos y que este a su vez este dirigido en una línea acorde a los temas a tratar en la Cumbre de la Tierra de Rio +20. Para la organización del EIMA 8 se ha constituido una alianza entre la Fundación Conama y la Fundación Getulio Vargas como motor ejecutivo del proyecto, para lo cual se ha creado un comité ejecutivo en el cual también participan como coorganizadores del evento la Fundación Ecodes (España), el Movimiento Nossa Sao Paulo (Brasil), el Instituto Ethos (Brasi) la FUNDACIÓN MAPFRE (España).
De todos los sectores, los expertos coinciden en que “la estrella de la generación de empleos ‘verdes’ sin duda van a ser las energías renovables”’. Las previsiones de Naciones Unidas, ya apuntan a que en 2030 las energías limpias generarán más de 20 millones de puestos de trabajo, de los cuales 12 pertenecerán al campo de los biocombustibles, 6 a la solar y 2 a la eólica.

La mitad de la humanidad vive actualmente en las ciudades. En 2030, serán 60% los que vivirán en regiones urbanas y, en 2050, ese total llegará al 70%.En América Latina, la población urbana llegará la 75% y, en Brasil, el número será todavía mayor será el 85%.¿Cuales son los desafíos que se presentan en la construcción de ciudades más sostenibles?

El sector industrial es el responsable de cerca del 22% del uso mundial del agua, siendo el porcentaje en los países desarrollados cercano a un 59% mientras que en los no desarrollados no llega al 8%. Los desafíos tecnológicos, la interacción entre saneamiento y agricultura irrigada o la gestión del agua en las ciudades y su uso sostenible son algunas de las cuestiones prioritarias.

El cambio hacia un modelo energético sostenible no es sólo deseable, sino también posible. El reto es centrarse en la satisfacción racional de las necesidades de todas las personas y planificar un abastecimiento energético compatible con el funcionamiento de los sistemas naturales.Este desafío debe combinar esfuerzos imponiendo medidas tanto desde la oferta como desde la demanda energética.

martes, 23 de agosto de 2011

"Lo que hace falta es concertar, consensuar, comprometer, en definitiva Gobernanza"

Entrevista a Antonio Lucio.

Experto en movilidad y consultor independiente. Licenciado en Derecho fue Director General de Promoción y Disciplina Ambiental de la Comunidad de Madrid entre el 2001 y el 2003. Lideró el Área de Medio Ambiente de la Candidatura Olímpica de Madrid 2012 desde diciembre de 2003 hasta julio de 2005. Desempeñó el cargo de Director General de la Fundación Movilidad, impulsada desde el Ayuntamiento de Madrid hasta junio de 2011; Es Director de la revista Ecosostenible, (desde septiembre de 2006) y Miembro de la Comisión de Medio Ambiente del Comité Olímpico Español. Antonio coordina junto con la Red Nossa São Paulo el eje de ciudades del EIMA 8.

 
 ¿Cuáles deben ser las prioridades para acelerar el progreso hacia el desarrollo sostenible en los próximos 10 años?¿Cual es la mayor prioridad?
 
Las tecnologías existen, los objetivos también, los discursos oficiales también,  los buenos propósitos en general, incluso la oferta de proveedores y la demanda de servicios y bienes; lo que hace falta entonces es CONCERTAR todos esos factores, ENTRE TODOS. Esto implica CONVENCER, CONSENSUAR, COMPROMETER, en definitiva GOBERNANZA. Esta gobernanza requiere una manera especial de ejercer el liderazgo y de aplicar las potestades públicas (normativas, gestoras, de contratación, de fomento, etc.). Podríamos decir que han de ser maneras novedosas de gobernanza; pero paradójicamente lo que puede ser novedoso en relación a la reciente experiencia práctica también puede ser visto como una vuelta  a la ortodoxia de la buena gestión pública, la que siempre debió ser. Y desde luego lo que late en lo que propugno es trascender de los entornos minoritarios, elitistas, especializados.

¿Qué sectores económicos consideras más importantes para construir una economía verde que ayude al desarrollo sostenible del planeta?

Desde el punto de visto subjetivo, el sector público como gran demandante y comprador de bienes y servicios tiene un papel clave y prioritario en el impulso del desarrollo sostenible y de su dimensión de mercado, decisiva.
Desde la perspectiva temática destacaría dos sectores, de naturaleza intrínsecamente urbana: el sector de la construcción en términos de rehabilitación eficiente de edificios y barrios me parece el más importante, junto con el de la movilidad urbana.
Respecto al primero cabe constatar una nueva paradoja; siendo el sector de la construcción causante de tantos desequilibrios críticos y agresiones irracionales ahora puede ser líder en todo lo contrario. De esta paradoja sabe bien ese “decir” popular, aparentemente simple, de “que la mancha de mora con otra verde se quita”. Se daría con ello un curioso fenómeno de redención. 

¿Cuál crees que es el mayor desafío hoy en día al que se enfrentan las ciudades?

Saber qué es lo que quieren ser, y, en buena medida, saber qué es lo que son. Puede sonar “existencialista” esta perspectiva, pues bien de eso se trata. No nos parece que el desafío resida tanto en sacralizar los indicadores cuantitativos (sean umbrales de contaminación local, o sean porcentajes de distribución modal en el  transporte, por ejemplo)  como en generar cualitativamente  una visión y una ambición –compartida y consensuada- acerca de qué calidades de vida queremos disfrutar en nuestro hábitat, … urbano, por supuesto .  Las ciudades atesoran privilegiadamente  talento y recursos para hacer casi todo lo que se propongan respecto a sí mismas. Lo hemos visto demostrado en clave bonapartista y megalómana. Pero cabe una expresión coral y  virtuosa de esas mismas capacidades.

Concretamente en lo relativo a la movilidad ¿A través de qué políticas a acciones establecerías estrategias de movilidad para las ciudades medias y grandes urbes en las próximas décadas?

Con anterioridad, en algún documento y foro del CONAMA, ya he apuntado la idea de que no existen “balas de plata” para la movilidad urbana, y que no son de recibo esas infraestructuras que se presentan como  “la solución” , en nombre de una supuesta  “eficacia”, y que  se articulan e inauguran en el lapso de un mandato. Frente a esa apelación e instrumentalización interesada de  la “eficacia” se ofrece la opción del “proceso”, proceso en el que concurren las inteligencias y los intereses plurales, incluso  divergentes, para ir avanzando en soluciones lo menos imperfectas posibles y lo más coherentes posibles. En definitiva para la movilidad urbana, como para otras políticas,  desconfío de pretenciosos ejercicios de  “racionalidad sustantiva” (alguien decide de una vez qué es lo bueno para todos) y confío más en los ejercicios de búsqueda colectiva y progresiva de esas soluciones que antes mencionaba. El marco inteligente y adecuado a cada caso para hacer posible esa búsqueda es, a mi entender, la principal estrategia (si bien instrumental) para la movilidad urbana.  Esa “racionalidad de naturaleza procedimental” es la que, a mi juicio, se hace necesaria. No obstante lo dicho, tengo dudas de que algo así sea bien recibo en general  por quien tiene el poder. La cultura de gobierno en nuestro país es la de prevalecerse de la posición de ventaja institucional, y no hacer concesiones de diálogo a los grupos críticos. Es  “rara avis” quien actúa por convicción de otra manera.

¿Cuál es la importancia de iniciativas como el encuentro eima y que papel debe ejercer un evento como este en un mundo globalizado pero con tantas barreras?

El EIMA es importante sobre todo, desde mi perspectiva, en la medida en actúe como estímulo exógeno que contribuya a crear y fortalecer capacidades endógenas para el cambio. Los cambios no se van a producir de forma milagrosa, ni proveídos “llave en mano” por expertos extranjeros. Los cambios vendrán de procesos vividos conscientemente por las propias ciudades, a partir de sus propias capacidades, de su caudal de conocimiento. A veces estos se activan con estímulos externos, en contacto con redes que operan a modo  alcaloide.
En definitiva se trata de generar tendencias de rendimientos crecientes partir del caudal de conocimientos difusos ya existentes. Los clusters son nichos imprescindibles para estas dinámicas, y estos clusters necesitan activarse en entornos de intercambios de caudales de conocimiento.

Disponible el programa de actividades



Clique en la imagem para descargar el programa completo en castellano y en portugués.


Para el desarrollo del programa se diseño diferentes tipos de actos que aseguran el debate sobre las cuestiones más avanzadas, la presentación de proyectos y la promoción de encuentros entre los participantes:
 
Plenarias, de carácter más político-institucional con la presencia de los máximos representantes de las instituciones promotoras del encuentro y los gobiernos brasileño y español. Conferencias magistrales, con representantes de los discursos, planteamientos o experiencias más avanzadas. 

Sesiones de trabajo divididas por eje temático, de presentación en formato de mesas redondas y talleres. Con distintas dinámicas de trabajo, se trata de dar espacio al debate entre representantes de distintos ámbitos y a la presentación de proyectos demostrativos de las realidades de los países participantes.
 
Reuniones bilaterales, espacio habilitado para fomentar el “networking” y el encuentro empresarial, son reuniones de trabajo en pequeños grupos entre los representantes de las distintas instituciones participantes en el Encuentro, las cuales pueden ser de 2 tipos; programadas con un tema específico señalado con anticipación y abiertas que se realizan de forma directa durante la celebración del evento. Incluyen las agendas de reuniones bilaterales.
 
Actividades especiales. Adicionalmente, se podrá plantear un programa paralelo con nuevos espacios de diálogo y encuentro durante el evento, visitas programadas o presentaciones de patrocinadores.

Para cualquier información puedes entrar en contacto escribiendo un correo electrónico a eima.comunicacion@gmail.com.